Comitê da ONU sobre Direitos das Pessoas com Deficiência avalia o Brasil nos dias 25 e 26 de agosto

Comitê da ONU sobre Direitos das Pessoas com Deficiência avalia o Brasil nos dias 25 e 26 de agosto

Durante encontro em Genebra, que terá transmissão online, Comitê se encontrará com representantes da delegação brasileira para debater progressos alcançados e lacunas em matéria da aplicação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

Sede da ONU em Genebra. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

O governo federal do Brasil será avaliado nestas terça (25) e quarta-feira (26) pelo Comitê da ONU sobre Direitos das Pessoas com Deficiência, em uma sessão de dois dias que acontece em Genebra, Suíça.

Durante o encontro, o Comitê se encontrará com representantes da delegação brasileira para debater progressos alcançados e lacunas em matéria da aplicação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Além disso, escutará organizações representando pessoas com deficiência, NGOs e instituições nacionais de direitos humanos.

O Brasil é um dos 157 Estados que ratificaram a Convenção. Todos eles devem submeter relatórios regulares para o Comitê, que é composto por 18 especialistas independentes internacionais. Além do Brasil, o Comitê avaliará Quênia, Ucrânia, Gabão, Maurício, Catar e União Europeia entre os dias 17 de agosto e 4 de setembro.

As questões que deverão ser abordadas, os relatórios dos Estados e outras informações de organizações da sociedade civil podem ser encontradas clicando aqui. As observações finais do Comitê sobre esses países estarão disponíveis no dia 4 de setembro.

SERVIÇO:
Lugar: Palais Wilson, Genebra
Hora: Todas as avaliações ocorrem de 15h a 18h (horário Genebra) e continuam no próximo dia das 10h às 13h. As sessões são públicas e serão transmitidas online pelo site www.treatybodywebcast.org

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Em ação da ONU, Ronaldinho Gaúcho incentiva jovens a realizarem teste de HIV

Em ação da ONU, Ronaldinho Gaúcho incentiva jovens a realizarem teste de HIV

Hoje, aproximadamente 37 milhões de pessoas vivem com HIV e cerca de metade destas pessoas não têm conhecimento do seu estado sorológico.

Ronaldinho Gaúcho conversa com Luiz Loures, vice-diretor executivo do UNAIDS, sobre a importância da testagem do HIV entre os jovens.

Estrela do futebol brasileiro, o jogador Ronaldinho Gaúchoreafirmou nesta terça-feira (18) seu compromisso com a ONU para pôr fim a Aids, incentivando jovens a realizarem testes de HIV.

Hoje, aproximadamente 37 milhões de pessoas vivem com HIV e cerca de metade destas pessoas não têm conhecimento do seu estado sorológico. Para mudar esse quadro, a iniciativa ProTest HIV, apoiada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), reúne personalidades mundiais, como Ronaldinho, Ndaba Mandela – neto de Nelson Mandela-, e a atriz e cantora norte-americana Zendaya para promover a importância do teste e, consequentemente, o acesso a serviços de saúde e tratamento adequado.

No Rio de Janeiro, Ronaldinho se reuniu na última terça-feira, dia 18, com o vice-diretor executivo do UNAIDS, Luiz Loures, para discutir formas de incentivar a participação dos jovens brasileiros na resposta à AIDS.

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ONU: Brasil é o terceiro país das Américas com mais mortes de homens causadas pelo álcool

ONU: Brasil é o terceiro país das Américas com mais mortes de homens causadas pelo álcool

O Relatório Regional sobre Álcool e Saúde nas Américas afirma que o álcool causou mais de 300 mil mortes nas Américas em 2012, um número que excede a população de muitos países do Caribe, sendo a cirrose a maior causa tanto em homens quanto em mulheres.

O álcool causou mais de 300 mil mortes nas Américas em 2012, um número que excede toda a população de muitos países do Caribe. Foto: EBC

Um relatório da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), lançado em agosto de 2015, aponta que, no Brasil, 73,9 homens a cada 100 mil habitantes morreram por causa do álcool em 2010, deixando o país na terceira posição entre os países das Américas. Entre as mulheres foram 11,7 a cada 100 mil habitantes e a 11º colocação no ranking.

O Relatório Regional sobre Álcool e Saúde nas Américas examina os padrões e as consequências do consumo de álcool na região e avalia os progressos realizados desde a promulgação do Plano de Estratégia Global e Ação Regional para Reduzir o Uso Nocivo do Álcool.

Entre suas conclusões, indica que o consumo médio de álcool nas Américas é maior que no resto do mundo. Em particular, as taxas de episódios de consumo excessivo e álcool têm subido nos cinco últimos anos, de 4,6 para 13,0% entre as mulheres e de 17,9 para 29,4% entre os homens.

O documento também afirma que o álcool causou mais de 300 mil mortes nas Américas em 2012, um número que excede a população de muitos países do Caribe, sendo a cirrose a maior causa tanto em homens quanto em mulheres. Em média, o álcool levou a cerca de uma morte a cada 100 segundos nas Américas em 2012.

No Brasil, em 2010, a taxa de mortes atribuíveis ao álcool – ou seja, que ocorreram porque o álcool estava envolvido – foi de 11,7 a cada 100 mil habitantes entre as mulheres e 73,9 entre os homens, representando, respectivamente, uma queda de cerca de 5% e um aumento de mais 20 em relação a 1990. A Venezuela lidera entre os homens e a Argentina entre as mulheres.

O estudo também aponta o consumo de álcool per capita (APC) para avaliar quanto de álcool está sendo consumido no país. O APC é a divisão da quantidade de álcool vendida em um determinado país pelo tamanho de sua população de maiores de 15 anos. No Brasil a taxa entre os homens é de 13,6 (7º do ranking) e 4,2 entre as mulheres. Granada apresenta as maiores taxas de APC nos dois grupos.

O álcool é, segundo o relatório, o maior fator de risco entre adolescentes entre 15 e 19 anos, superando, por exemplo, o uso de drogas. Cerca de 14 mil mortes de crianças e jovens com menos de 19 anos de idade nas Américas foram atribuídas ao álcool em 2010. De acordo com um estudo do Instituto de Metrologia da Saúde e Avaliação (IHME), o Brasil tem a maior taxa de mortes atribuídas ao álcool entre este grupo.

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CLIQUE NO LINK E ABAIXO E ACESSE O RELATÓRIO

relatorio ONU ALCOOL

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