Tuberculose supera Aids como doença infecciosa mais mortal

Tuberculose supera Aids como doença infecciosa mais mortal

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Relatório divulgado nesta quarta-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta a tuberculose como a doença infecciosa mais mortal do planeta, superando a Aids. Estimativas apontam que a doença matou 1,5 milhão de pessoas no ano passado, contra 1,2 milhão de vítimas do HIV.

— A mortalidade da tuberculose está diminuindo, mas nós precisamos reestimar a situação global baseados em novas informações recebidas de países cruciais, incluindo a Indonésia — disse Mario Raviglione, diretor do programa mundial sobre a tuberculose na OMS. Enquanto isso, houve uma redução no número de mortes relacionadas à Aids, graças ao aumento da disponibilidade de drogas antirretrovirais. — Enquanto a incidência de tuberculose está caindo, a de HIV diminui de forma mais acelerada.

As duas doenças são consideradas “parceiras do crime” e, por vezes, afetam os mesmos grupos. Entre as vítimas fatais do ano passado, 400 mil possuíam os dois males. No mundo, foram relatados em 2014 9,6 milhões de novos casos, sendo que 12% dos pacientes também eram portadores do HIV. Apesar disso, diz Raviglione, as atenções dadas por programas de saúde são diferentes.

— Elas estão matando no mesmo ritmo — disse Raviglione, ressaltando uma “desproporção real no nível de financiamento”. — No fim, a tuberculose merece a mesma atenção que o HIV/Aids.

De acordo com o relatório, seriam necessários US$ 1,4 bilhão em investimentos adicionais em tratamento para combater a epidemia global da doença, além de outros US$ 1,3 bilhão em fundos de pesquisas para o desenvolvimento de novas drogas e vacinas. Apesar disso, as metas definidas em 2000 nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio foram alcançadas em 16 dos 22 páises que respondem coletivamente por 80% dos casos.

A OMS destaca que, em relação a 1990, a taxa de mortalidade caiu praticamente pela metade. Desde 2000, os avanços em diagnóstico e tratamento salvaram 43 milhões de vidas, e a incidência de novos casos caiu a taxa de 1,5% por ano, numa redução total de 18%.

http://www.ormnews.com.br/

Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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