Aumento de salário mínimo diminui a desigualdade sem afetar criação de emprego, afirma CEPAL

Foto: Creative Commons/ Marcos Santos  / USP Imagens

Aumento de salário mínimo diminui a desigualdade sem afetar criação de emprego, afirma CEPAL

Os aumentos graduais no salário mínimo contribuem para reduzir a desigualdade e não impactam negativamente no mercado de trabalho, afirmou a secretária executiva da Comissão Econômica da ONU para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, durante fórum sobre o tema nesta quinta-feira (07), na Cidade do México.

“A política de salário mínimo tem um potencial enorme para melhorar os ingressos dos menos favorecidos, promover a igualdade e fortalecer a demanda interna para contribuir com o desenvolvimento econômico”, frisou a secretária executiva.

Estudos da CEPAL sobre Argentina, Brasil, Chile e Uruguai indicam que a melhoria no salário mínimo se traduz na queda da desigualdade, sem afetar negativamente o emprego, dado que nestes países o aumento dos salários ocorreu em conjunto a um crescimento e forte formalização do mercado laboral.

O vice-secretário executivo da CEPAL, o brasileiro Antonio Prado, sublinhou que as políticas de salário mínimo na região deveriam usar como base um incremento progressivo e coerente com as políticas macroeconômicas, produtivas e de crédito. Para isso, propôs que os países façam pactos sociais para promover a igualdade no mundo laboral que incluam programas orientados a reduzir as brechas de produtividade, de ingressos laborais e da qualidade de emprego.

Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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