SOS VIDA é indicado pelo Ministério da Saúde – Departamento Nacional de DST/AIDS e HEPATITES VIRAIS para receber missão do Congo em Petrópolis

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SOS VIDA é indicado pelo Ministério da Saúde – Departamento Nacional de DST/AIDS e HEPATITES VIRAIS

para receber missão do Congo em Petrópolis

Dr. Achille Lanzy é o coordenador do  Conselho Nacional da Luta Contra a AIDS ( CNLS ), da Republica do Congo que é subordinado diretamente a Presidência da Republica do Congo, esteve acompanhado de representantes da sociedade civil  Blondini Amnete Sita que é presidente da Associação de Mulheres positivas do Congo, Achille Gafnam, da Associação de apoio a grupos vulneráveis, e também Frederique Opimbot, que é assistente de comunicação social.

Dr. Achike Lanzy comentou a importância da visita ao SOS VIDA, ficou impressionado com a atuação da instituição em varias frentes, em especial no controle social, onde conseguiu reunir representantes do legislativo municipal – Vereadores Meirelles de Sá e Pastor Sebastião, ambos membros da Frente Parlamentar de AIDS / TB e Hepatites b e c, Comissão permanente de AIDS no Conselho municipal de saúde.

Também quis conhecer melhor alguns projetos da instituição, dentre eles a WEB RADIO SOS VIDA que poderá ser uma forma de fortalecimento institucional e politico além de dar visibilidade as ações da instituição, agradeceu a acolhida e disse que lavara para sempre a melhor impressão desta visita.

Blondini Amnete Sita quis conhecer um pouco mais de outros projetos de assistência, como são inseridos os portadores do vírus HIV na sociedade e a participação deles na instituição ; elogiou  o Pastor Sebastião participar da Frente Parlamentar de AIDS, relatou uma experiencia na sua igreja ( Católica ) que hoje esta superada, em rede nacional os Bispos da Republica do Congo apoiaram a atitude de Blondini de se declarar soropositiva na sua igreja onde ela participa de muitas atividades, dentre elas o coral.

Achou muito interessante o fato de que o SOS VIDA não tem funcionários, conseguindo funcionar todo este tempo ( 16 anos ) somente com voluntários e ajuda dos assistidos que dedicam um período semanal ( 4 horas ) em diversos serviços no SOS VIDA, como sua própria alimentação funcionando como uma terapia ocupacional, colaborando com a auto estima e adesão ao tratamento.

Os representantes do ministério da Saúde – Departamento Nacional de DST/AIDS e Hepatites virais estiveram o tempo todo junto a delegação salientando a importância da parceria entre os governos e a sociedade civil.

Os vereadores Meirelles Sá e Pastor Sebastião registraram a importância deste momento para Petrópolis, esperando que os laços com o continente Africano sejam cada vez mais fortalecidos, parabenizaram o SOS VIDA pela atuação em nossa região e o reconhecimento do Ministério da Saúde com os trabalhos do SOS VIDA.

A coordenadora da Pastoral da AIDS – CNBB / Diocese de Petrópolis Dora Pires e diretora de desenvolvimento social – licenciada, esteve presente também representando a senhora secretaria de SETRAC  – Secretaria de Trabalho, assistência e renda, agradeceu a presença de todos e a escolha do SOS VIDA pelo Departamento de AIDS – MS.

Sr. Adail – conselheiro municipal do COMSAUDE ( Conselho municipal de Saúde ) representou a mesa diretora do conselho e a Comissão permanente de AIDS, falou sobre a importância do SOS VIDA para o município de Petrópolis e região; agradeceu a presença de todos esperando que os visitantes levem uma boa impressão do nosso município.

Por ultimo os visitantes conheceram o estúdio onde funciona a WEB RADIO SOS VIDA.

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Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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