REUNIÃO FRENTE PARLAMENTAR DE AIDS / TB e HEPATITES – NOVEMBRO 2013 – 1º de Dezembro – Dia Internacional de Luta contra a Aids – O que é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids?

REUNIÃO FRENTE PARLAMENTAR DE AIDS / TB e HEPATITES – NOVEMBRO 2013

Reuniram-se dia 13 de novembro de 2013 os vereadores membros da Frente Parlamentar de AIDS / TB e HEPATITES de Petrópolis e a sociedade civil :

Silmar Fortes – presidente;

Meirelles;

Pastor Sebastião;

Gilda Beatriz;

SOCIEDADE CIVIL :

Pastoral da AIDS – CNBB / Diocese de Petrópolis – Dora Pires

Grupo Assistencial SOS VIDA – Jefferson Adão

Ficou agendada a próxima reunião para o dia 02 de dezembro para aprovação do Regimento Interno e outras questões com participação do CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE ( COMISSÃO PERMANENTE DE AIDS ), SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA, PROGRAMA MUNICIPAL DE DST/AIDS e HEPATITES B e C e outros convidados.

Foi deliberado a participação da Frente Parlamentar de AIDS / TB e HEPATITES, GRUPO ASSISTENCIAL SOS VIDA / REDLACVO+ , PASTORAL DA AIDS – CNBB / DIOCESE DE PETRÓPOLIS no dia 30 de novembro no calçadão do CENIP – Rua do Imperador, para marcar o DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS, em parceria com o PROGRAMA MUNICIPAL DE DST/AIDS E HEPATITES B e C DE PETRÓPOLIS.

Dia 05 de dezembro de 2013, Petrópolis estará presente em Brasilia para o encontro das FRENTES PARLAMENTARES DE AIDS.

Este encontro esta sendo organizado pelo gabinete da Presidente da Frente Parlamentar de AIDS Deputada Federal Erica Kokay que pretende reunir o movimento social e os membros das Frentes constituídas em vários municípios e estados do nosso pais, sera um momento importante de articulação e fortalecimento do movimento nacional de luta contra AIDS.

1º de Dezembro – Dia Internacional de Luta contra a Aids – O que é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids?

Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas – ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada, a partir de 1988, por uma portaria assinada pelo Ministério da Saúde.

Por que o laço vermelho como símbolo?

O laço vermelho é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a aids. O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de New York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de aids.

O laço vermelho foi escolhido por causa de sua ligação ao sangue e à ideia de paixão, afirma Frank Moore, do grupo Visual Aids, e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos na Guerra do Golfo.

Foi usado publicamente, pela primeira vez, pelo ator Jeremy Irons, na cerimônia de entrega do prêmio Tony Awards, em 1991. Ele se tornou símbolo popular entre as celebridades em cerimônias de entrega de outros prêmios e virou moda. Por causa de sua popularidade, alguns ativistas ficaram preocupados com a possibilidade de o laço se tornar apenas um instrumento de marketing e perdesse sua força, seu significado. Entretanto, a imagem do laço continua sendo um forte símbolo na luta contra a aids, reforçando a necessidade de ações e pesquisas sobre a epidemia.

Hoje em dia, o espírito da solidariedade está se espalhando e vem criando mais significados para o uso do laço.

Inspirado no laço vermelho, o laço rosa se tornou símbolo da luta contra o câncer de mama. O amarelo é usado na conscientização dos direitos humanos dos refugiados de guerra e nos movimentos de igualdade. O verde é utilizado por ativistas do meio ambiente preocupado com o emprego da madeira tropical para a construção de sets na indústria cinematográfica. O lilás significa a luta contra as vítimas da violência urbana; o azul promove a conscientização dos direitos das vítimas de crimes e, mais recentemente, o azul vem sendo adotado pela campanha contra a censura na Internet. O laço branco representa a campanha internacional “Homens pelo fim da violência contra a mulher”, lançada no Canadá há vários anos.

Além da versão oficial, existem quatro versões sobre sua origem. Uma delas diz que os ativistas americanos passaram a usar o laço com o “V” de Vitória invertido, na esperança de que um dia, com o surgimento da cura, ele poderia voltar para a posição correta. Outra versão tem origem na Irlanda. Segundo ela, as mulheres dos marinheiros daquele país colocavam laços vermelhos na frente das cassa quando os maridos morriam e combate.

Com todas essas variações, o mais importante é perceber que todas essa causas são igualmente importantes para a humanidade.

O Dia Mundial de Luta Contra a Aids, 1º de dezembro, foi instituído em 1988 pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma data simbólica de conscientização para todos os povos sobre a pandemia de Aids. As atividades desenvolvidas nesse dia visam divulgar mensagens de esperança, solidariedade, prevenção e incentivar novos compromissos com essa luta. A iniciativa foi referendada pelo Sistema das Nações Unidas, por meio da Assembléia Mundial de Saúde, e tem o apoio dos governos e organizações da sociedade civil de todos os países. A cada ano, a OMS elege a população/grupo social que registra o maior crescimento da incidência de casos de HIV/aids e define para uma campanha com ações de impacto e sensibilização sobre a questão.

Fonte: (http://www.aids.gov.br/final/dia_mundial/dia_mundial.htm)

Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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