Petrópolis adere ao Programa Crack, é possível vencer

 

Terça-feira, 28 de maio de 2013 http://www.diariodepetropolis.com.br/integra.aspx?e=16490&c=00031

Petrópolis adere ao Programa Crack, é possível vencer

Com o objetivo de ampliar a rede de atenção à saúde e a oferta de tratamento aos usuários de drogas e suas famílias, além de fortalecer as atividades de prevenção, capacitação, policiamento ostensivo de proximidade e enfrentamento ao tráfico e às organizações criminosas, Petrópolis assinou, na semana passada, o termo de adesão ao Programa Crack, É Possível Vencer, promovido pelo governo federal.

O programa, lançado em fevereiro deste ano, foi aberto para todos os municípios com mais de 200 mil habitantes. Após um processo de seleção, nove cidades do estado do Rio de Janeiro, entre elas Petrópolis, foram selecionadas.

– Foi um processo bem complicado e concorrido. Vários critérios foram analisados até conseguirmos a seleção – disse a coordenadora do programa municipal de álcool e drogas, Maria Cristina Kloh, acrescentando que o programa faz parte de uma articulação estratégica entre os diversos órgãos envolvidos. – São ações voltadas para as áreas de educação, saúde, segurança pública e assistência social. Essa integração é muito importante para o enfrentamento ao uso abuso de álcool e drogas.

Os recursos provenientes do governo federal serão aplicados na aquisição de equipamentos de segurança pública, na melhoria dos serviços de saúde e assistência social voltados aos dependentes químicos, aumento no número de leitos em hospitais gerais, cursos para a comunidade escolar e outras ações. A previsão é que até 2014 todas as ações estejam desenvolvidas.

Ao todo serão investidos mais de R$ 7 milhões nas áreas de saúde, educação, assistência social e segurança pública. Entre os projetos estão a implantação de um Consultório na Rua, a instalação de uma Unidade de Acolhimento para adulto e de uma infantil, a expansão do Centro de Atenção Psicossocial (Caps-AD), o fortalecimento do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), além do apoio ao policiamento ostensivo e de proximidade nas áreas de concentração de uso de drogas que será realizado com uma base móvel (composta com 20 câmeras), dois carros e duas motocicletas.

 

Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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