ComSaúde aprova criação de 26 leitos na rede pública

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ComSaúde aprova criação de 26 leitos na rede pública

O Conselho Municipal de Saúde (ComSaúde) aprovou, na última terça-feira, a criação de mais 26 leitos na rede pública de Petrópolis, sendo 11 para Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A aprovação pelo conselho é o primeiro passo para que os leitos sejam efetivamente criados. Agora a proposta deverá passar pela Secretaria estadual de Saúde e pelo Ministério de Saúde, como disse ontem o presidente do conselho, André Pombo.

Em Petrópolis, segundo o Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde do Brasil (CNES), são 88 leitos de UTI Adulto, sendo 43 no Sistema Único de Saúde (SUS) e 45 fora do SUS. Pela proposta aprovada no ComSaúde, serão mais nove leitos desse tipo – quatro no Hospital Alcides Carneiro (HAC) e cinco no Hospital Clínico de Corrêas.

Também estão previstos mais dois leitos neonatais no HAC. Hoje o município possui 12 leitos desse tipo, sendo oito pelo SUS e quatro fora do SUS.

Outros 15 leitos aprovados são de unidade intermediária. Todos os cinco leitos desse tipo em Petrópolis, ainda de acordo com o CNES, são de instituições não conveniadas com o SUS.

O presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal, vereador Silmar Fortes (PMDB), lamentou que não sejam criados leitos cirúrgicos, citando matéria publicada no Diário de Petrópolis com o professor adjunto do Instituto de Medicina Social da Uerj, Paulo Henrique de Almeida Rodrigues, que é mestre e doutor em saúde coletiva.

Na matéria do último dia 28, Paulo Henrique explicou que a oferta de leitos é boa na cidade, mas o tipo de leito não é o que a população precisa. Segundo o professor, o ideal é que se tenha, pelo menos, cerca de 30% de leitos cirúrgicos, como acontece no Rio de Janeiro – com exatamente 30% – e em Volta Redonda – com 33%. Em Petrópolis, há apenas 6,9% de leitos para cirurgias, ou seja, um quarto do necessário. Para o especialista, quando não há disponibilidade deste tipo de leito, a fila não anda. Além disso, os custos de internação para o município são maiores.

Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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