ATO DE PROTESTO MARCA LUTA NA SEMANA QUE ANTECEDE O “DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA AIDS” NO RIO DE JANEIRO

ATO DE PROTESTO MARCA LUTA NA SEMANA QUE ANTECEDE O “DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA AIDS” NO RIO DE JANEIRO

Ativistas farão vigilia simbolica e concentração na Cinelândia – RJ As atividades que antecedem o Dia Mundial de Luta contra a AIDS no Rio de Janeiro serão precedidas por protestos contra a política atual de enfrentamento da Aids em todo País. Na sexta-feira, dia 23 de novembro, cerca de 350 membros de ONGs, além da população em geral, realizarão uma vigilia, partindo de onde  está sendo realizado o “XV Vivendo”, encontro bianual de pessoas que vivem e convivem com HIV/Aids, até a Cinelândia, centro da cidade. A idéia é  protestar e chamar a atenção para o enfraquecimento da política de enfrentamento da epidemia de Aids no Brasil. Segundo os últimos boletins epidemiológicos, existe cerca de 540 mil pessoas vivem com o HIV/Aids no Brasil, surgem 35 mil novos casos notificados e acontecem cerca de 12 mil mortes por ano. Dentro dessa perspectiva, para os manifestantes o que se vive são ações de desmonte da saúde pública e da falta de compromisso efetivo de gestores, além do crescente fechamento das ONG/Aids sem apoio para seu funcionamento, o ato de protesto quer pressionar as autoridades públicas e fazer do dia uma oportunidade de luta e não de festa. SERVIÇO: ATO 23 de Novembro as 18 horas Saída, da rua Gomes Freire 530, (em frente ao Hotel Granada), percorrendo a Mem de Sá até a Cinelândia. Contato – Renato Da Matta (Fone 21-9663-6673)

Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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