FECHAMENTO DO HOSPITAL DE IPANEMA – MANOBRA POLITICA – NÃO AO FECHAMENTO DESTE IMPORTANTE HOSPITAL

http://www.tribunahoje.com/noticia/25975/cidades/2012/05/05/medicos-e-funcionarios-protestam-contra-possivel-fechamento-do-hospital-de-ipanema.html

SOS HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA
NÃO DEIXEM FECHAR


O Hospital Federal de Ipanema está sendo alvo de uma manobra política que objetiva transformá-lo em Hospital Estadual de transplante.

Isso significa o fechamento de todas as unidades clínicas e cirúrgicas do Hospital fecharão e os pacientes perderão seu acompanhamento médico hospitalar.
Nossa rede hospitalar que já é deficitária, e carente de investimentos, deixa-nos a dúvida: qual a razão de desativar um Hospital que funciona?

Nosso movimento é para discutir e manifestar sobre a decisão de fins tão questionáveis.
Foi profundamente desagradável saber pelos portais da mídia, matérias referindo que o Hospital Federal de Ipanema seria estadualizado e entregue a uma organização social (OS), privatização para a administração.
Estamos pedindo o apoio da população para impedir que esse fato ocorra e venha prejudica-los!!!
É preciso que a Rede Federal de Hospitais do Rio de Janeiro seja valorizada e reconhecida em suas atividades junto a população, e , não sendo desfeita através de propostas de reformas e adaptações destrutivas!
Ajude-nos: NÃO DEIXEM FECHAR O HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA!!!!!!!

‘Estadualização não tem lógica’, diz médico do hospital de Ipanema

Luis Philipe Souza | Rio+ | 03/05/2012 18h50

Foto: DivulgaçãoApós a manifestação de médicos e funcionários contra a estadualização do Hospital Federal de Ipanema nesta quarta-feira, o SRZD conversou com o Chefe do Serviço de Cirurgia Geral da unidade, Otávio Vaz. O médico criticou a intenção de construir um centro de transplantes no local que é referência nacional em cirurgias de alta e média complexidade.

“Não faz sentido. O hospital executa um total de 4 mil cirurgias por ano só no centro cirúrgico. Não sei para onde esse doentes irão caso tranformem o hospital em centro de transplantes. A estadualização não tem lógica”, explicou, acrescentando que mais de 100 mil consultas foram realizadas em 2011.

– Manifestantes protestam contra estadualização do hospital de Ipanema

Vaz reconheceu que um centro de transplantes é necessário para a cidade, mas ponderou que a Zona Sul não é apropriada para receber o serviço. Ele alegou que o trânsito e a quantidade de residências são os principais fatores que dificultam a mudança.

“O serviço de transplante necessita de rapidez, e a Zona Sul não é nada apropriada para isso. A unidade de Ipanema é isolada de tudo, tem que enfrentar o trânsito…além disso, os moradores próximos nunca concordariam com um heliponto na unidade”, disse.

Para o médico, que também é membro da Academia Nacional de Medicina (ANM), a solução está no investimento em outros hospitais que já existem, e não no fechamento da unidade de Ipanema. De acordo com ele, o hospital da Zona Sul é pequeno e não supriria a necessidade de um centro de transplante.

“A solução é reaparelhar os hospitais de Bonsucesso, dos servidores, da Uerj, por exemplo. Esses sim têm estrutura para suprir um centro de transplantes, que tem que ser acoplado a um ambiente hospitalar preparado. O (hospital) de Ipanema é pequeno, já cogitaram até demolir para construir outro. De repente é mais negócio apostar nos que já existem e estão em parte desativados”, afirmou.

Ainda de acordo Otávio Vaz, nos próximos dias um grupo de manifestantes será recebido pelo representante do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro no intuito de justificar a manutenção dos serviços do hospital.

Outras entidades que também sairão em defesa da unidade de saúde são o Conselho Regional de Medicina (CRM) e o Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC), que vão redigir uma nota ao governo estadual.

Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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