02 de Fevereiro – Nossa Senhora dos Navegantes / Iemanjá – RESPEITAR SEMPRE AS DIVERSIDADES…

 
 
 
 
 
02 de Fevereiro – Nossa Senhora dos Navegantes / Iemanjá

Nossa Senhora dos Navegantes é um título dado a Mãe de  Jesus Cristo, Maria.

A fé e a designação  “Nossa Senhora dos Navegantes”, tem início no século XV, com a navegação dos europeus, especialmente com os portugueses.
As pessoas que viajavam pelo mar pediam proteção à Nossa Senhora para retornarem aos seus lares.

Maria era vista como protetora das tempestades e demais perigos que o mar e os rios ofereciam.

A primeira estátua foi trazida de Portugal junto com os navegadores.

Pedro Alvares Cabral trazia em sua nau capitânia uma imagem de Nossa Senhora da Boa Esperança, sendo levada até a Índia, onde uma capela em sua homenagem foi erguida e ali ficou até o século XVII  sob a guarda de  Franciscanos  e sob mantença de descendentes de Cabral. 

Atualmente, a imagem está na Igreja da Sagrada Família, em Belmonte, Portugal.
Nossa Senhora dos Navegantes é também conhecida pelo nome de Nsa. Sra. das Candeias, Nossa Senhora da Boa Viagem; Nossa Senhora da Boa Esperança e Nossa Senhora da Esperança.

No Rio Grande do Sul a data é comemorada em Porto alegre, Pelotas, Sobradinho e Salto do Jacuí sendo feriado nestes municípios.

A devoção à Nossa Senhora dos Navegantes teve início na Idade Média. Ao utilizar o Mar Mediterrâneo para chegar à Palestina, os cruzados invocavam a proteção de Maria, a Estrela do Mar.

A tradição teria chegado ao Brasil já na época do descobrimento, através dos navegadores portugueses e espanhóis.

O culto à Nossa Senhora disseminou-se entre os nativos, originando o  surgimento de santuários nas regiões pesqueiras.

Em Porto Alegre, a santa foi eleita padroeira da cidade. Desde 1871 é realizada no Lado Guaíba uma procissão fluvial em sua homenagem.

 Esta tradição foi interrompida entre 1989 e 2000, em decorrência do naufrágio do barco Bateau Mouche, no Rio de Janeiro, quando o país inteiro se alertou para o perigo de passeios fluviais em embarcações sem equipamentos de segurança suficientes.

Hoje em dia, participam do evento barcos de turismo, pesca, esportes náuticos e particulares.

Neste dia, há também a homenagem à Iemanjá, orixá das grandes águas, dos mares e oceanos. É a correspondente de Nossa Senhora dos Navegantes nas religiões afro-brasileiras. São feitas homenagens nas praias, com os devotos “lançando” ao mar pequenas embarcações com oferendas compostas de cocadas brancas, lírios, velas brancas, perfumes, espelhinhos, etc. Sua popularidade é imensa, sendo cultuada como a rainha do mar e também chamada de: Oguntê, Marabô, Kaiala, Sobá, Oloxum, Inaiê, Janaína, Iemanjá, como canta Marisa Monte.

Os filhos de Iemanjá são doces, carinhosos, sentimentais e preocupados em ajudar os outros, apresentando uma certa tendência a consertar a vida de todos os que a cercam. Gostam de luxo, de joias caras e de tecidos vistosos. Mesmo quando pobres, pode-se notar o diferencial de uma certa sofisticação em suas casas.

RESPEITANDO SEMPRE AS DIVERSIDADES…
Abençoados os que possuem Orixá, os que o têm sem pedir.
Porque Orixá não se pede, não se compra, nem se vende.
Orixá a gente sente!
Benditos os que amam seu Orixá, os que falam com ele com o olhar.
Porque Orixá não se cala, não questiona, …nem se rende.
Orixá a gente entende!
Benditos os que cultuam seus Orixás.
Porque o Orixá te ve sofrer e chorar.
E não tem hora para te consolar, amparar e te ajudar a superar!
Benditos sejam os filhos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque Orixá é a direção.
Orixá é a base quando lhe falta o chão!
Benditos sejam todos os filhos de raízes, verdadeiros.
Porque Orixás são herdeiros da real sagacidade.
Ter Orixá é a melhor cumplicidade!
E sendo cada um diferente na sua maneira de ser , de pensar e de sofrer
O Orixá ama, aceita e respeita seu filho.
Porque Orixá nos tem por um simples querer!
Muito Axé!!!

Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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