HOSPITAL SANTO INÁCIO DE JUAZEIRO DO NORTE FECHA AS PORTAS e deixa apreensivos portadores(as) do virus hiv/aids

HOSPITAL SANTO INÁCIO DE JUAZEIRO DO NORTE FECHA AS PORTAS.

No Juazeiro do Norte agora a sensação é o Hospital Regional do Cariri, a menina dos olhos do governador Cid Gomes.

E a situação começou a pesar para os outros hospitais existentes na região.

Um deles, o Hospital filantrópico Santo Inácio, fechou suas portas.

O Santo Inácio era considerado como um dos equipamentos de Saúde mais importantes do Estado por contar com 150 leitos, atender urgência e emergência, realizar transplantes, hemodiálise e receber um milhão de pessoas dos 43 municípios da região.

A deputada Mirian Sobreira(PSB) retrucou: “Não podemos aceitar o fechamento do hospital”. De acordo com Mirian Sobreira, o Hospital Santo Inácio serviria para desafogar a demanda de atendimento que hoje se concentra no Hospital Regional do Cariri (HRC), recém inaugurado pelo governador Cid Gomes.

Além disso, a unidade hospitalar também aliviava o IJF, em Fortaleza, já que muitas pessoas do Interior buscam atendimento na Capital. O HRC hoje atende 1,3 milhões de pacientes de emergência, dessas 300 mil de Juazeiro.

O Hospital Santo Inácio, com quase quatro décadas de funcionamento, fechou por falta de condições de funcionamento.

A casa de saúde, que é filantrópica, estava sob intervenção da Prefeitura de Juazeiro, iniciada em janeiro de 2009.

Prorrogada por várias vezes, a administração, por meio de decreto do prefeito Manoel Santana, decidiu antecipar o fim da intervenção, que seria em dezembro, para 28 de setembro de 2011.

Autorizado pelo Ministério da Educação (MEC), o local também funcionava como Hospital Escola, para os alunos da Faculdade de Medicina de Juazeiro (FMJ). Segundo os seus proprietários, seriam necessários, no mínimo, mais de R$ 800 mil mensais para manter a casa aberta.

DETALHE – A deputada do PSB vai reunir-se na próxima quinta feitra(3) com vários prefeitos do interior e o Secretário Arruda Bastos, para ver uma solução como forma do não fechamento daquele unidade hospitalar.

DO BLOG – Sem querer “assustar” a moçada, mas acho que a Santa Casa de Sobral, hospital filantrópico, deve botar suas barbas de molho. Se no Juazeiro, o Santo Inácio está fechando suas portas por falta de 800 mil reais mensais, imaginem por aqui, que dizem que o “buraco” já ultrapassar a vários milhões, e que estaria operando no “vermelho” a muito tempo.

Acho que os recursos que vem não dará para a sobrevivência dos dois hospital. Com informações da Assessoria da Dep. Mirian Sobreira(PSB) às 10:09 Postado por BENÉ FERNANDES – POLITICA & ALGO

http://beneditosfernandes.blogspot.com/2011/11/hospital-santo-inacio-de-juazeiro-do.html

e-mail do Ponto Focal da RNP+ Juazeiro do Norte – CE

Infelizmente o hospital de referencia no atendimento aos soropositivos está fechado.

Estive no SAE pela manhã desta terça-feira (08/11) e apenas encontrei a atendente Ana Paula entregando os medicamentos só pela manhã.

E falou que o prédio será um condomínio.

E os casos de emergência só serão atendidos no Hospital Tasso Gereissati.

A prefeitura de Juazeiro do Norte ainda não decidiu qual será o local de atendimento (SAE) para o Juazeiro do Norte.

Temos apenas em funcionamento o SAE de Crato que ainda nao atende por completo os soropositivos.

Isto é, quem era atendido no SAE de Juazeiro do Norte está suspenso a mais um menos um MÊS. Isto é sério. O que faço? Eu desconheço como está o atendimento do SAE de Brejo Santo, pois as atendentes não me informam.

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Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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