Quase 70% dos pacientes com HIV do Emílio Ribas em São Paulo são heterossexuais, informa Secretaria Estadual de Saúde

Quase 70% dos pacientes com HIV do Emílio Ribas em São Paulo são heterossexuais, informa Secretaria Estadual de Saúde

 www.agenciaaids.com.br

18/08/2011 – 15h50

Levantamento feito pelo Instituto de Infectologia Emílio Ribas,

unidade da Secretaria de Estado da Saúde

de São Paulo referência no tratamento de doenças

infecto-contagiosas na capital paulista,

revela que 68% dos pacientes com HIV e aids

que se tratam no hospital são heterossexuais.

O estudo mostra também que 25% dos pacientes são do sexo

feminino e a maioria dos pacientes,

independentemente do sexo, têm idade entre 30 e 40 anos.

Apenas 20% dos entrevistados declararam união estável com o parceiro.

Em relação à escolaridade, 42% dos pesquisados informaram ter apenas o

ensino fundamental concluído,

e apenas 0,9% haviam concluído o ensino superior.
Segundo o médico infectologista David Uip, diretor do Emílio Ribas,

a batalha contra o vírus ainda continua e a barreira principal ainda não foi quebrada:

a consciência de todos.

“Houve muitos avanços na medicina no que se diz respeito ao tratamento

da aids da década de 80 para cá,

mas não adianta a medicina evoluir se toda a população não estiver

consciente dos riscos da doença e

de como preveni-la”, comenta.

O levantamento dos dados foi realizado pelo serviço social durante quinze dias

acompanhando a rotina de mais de cem pacientes internados no hospital.
Cerca de 80% do atendimento do Emílio Ribas é

voltado a portadores do HIV.

Redação da Agência de Notícias da Aids

Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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