Na Suazilândia, soropositivos forram estômago com esterco para poder tomar remédios, destaca portal Terra

Na Suazilândia, soropositivos forram estômago com esterco para poder tomar remédios, destaca portal Terra

 www.agenciaaids.com.br

29/07/2011 – 10h

Alguns pacientes soropositivos na Suazilândia são tão pobres que estão comendo esterco de vaca antes de ingerir medicamentos antirretrovirais, afirmam ativistas. Os remédios não funcionam em estômagos vazios, portanto, os pacientes ingerem esterco misturado com água, diante da falta de alimentos.

“Algumas pessoas dizem que vão parar de tomar antirretrovirais porque é necessário que elas tenham comida em seus estômagos”, disse à BBC Sipho Dlamini.
O país de 1.2 milhões de habitantes tem uma das maiores proporções de infectados pelo vírus da aids, com 230 mil soropositivos.

Crise

Dlamini foi um dos organizadores do protesto que reuniu centenas de pessoas na capital do país, Mbabane, nesta quarta-feira, contra a crise econômica que o país atravessa. Ele disse que os manifestantes pediram para que o governo não corte o orçamento da saúde, e sim “mantenha sua promessa de priorizá-la”.

Por causa da crise, no mês passado o parlamentar Joseph Madonsela disse que os hospitais estatais podem deixar de fornecer remédios antirretrovirais dentro de dois meses. O governo rejeita a afirmação, mas admitiu que pediu ajuda financeira à África do Sul e implementou medidas de austeridade.

No mês passado, o Fundo Monetário Internacional (FMI) disse que a Suazilândia enfrentaria uma “grave crise de liquidez”. A falta de dinheiro forçou no mês passado o rei Mswati a anunciar o cancelamento das comemorações do aniversário de 25 anos de seu reinado.

O último monarca absoluto da África subsaariana tem uma fortuna estimada de US$ 200 milhões, e cada uma de suas 13 esposas tem um palácio, todos pagos com dinheiro público.

Fonte:   Terra

Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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