Ataque brasileiro à Aids

 

 

Ataque brasileiro à Aids

 

Cientistas da USP descobrem ponto vulnerável do vírus e já deixam ratinhos livres do mal

 

por Rita Loiola
Um quarto de século, milhões de vítimas e algumas mudanças de comportamento depois, a cura da Aids parece próxima. E o golpe fatal no vírus pode ser brasileiro. Um grupo de pesquisadores da USP começou seu estudo partindo de uma pergunta: por que algumas pessoas infectadas com o vírus demoravam mais de cinco anos para desenvolver a doença? A resposta acabou levando a uma vacina alternativa.

Diferentemente dos quase 200 tipos criados desde que o vírus foi isolado, há 25 anos, o protótipo trabalha só com partes imutáveis. A equipe focou oito anos de esforços nos epitopos, pedaços minúsculos, mas constantes, do antígeno, enquanto a maioria das vacinas pega proteínas inteiras do HIV. “Como o vírus se modifica rapidamente, ele é capaz de escapar da maioria das vacinas”, diz Edécio Cunha Neto, pesquisador do Incor, do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia da USP e chefe do grupo responsável pelos testes.

Com a ajuda de algoritmos, os cientistas identificaram 18 dessas regiões e começaram os experimentos. Os resultados: 91% dos pacientes soropositivos reconheceram os epitopos, e nos testes com camundongos as respostas foram semelhantes. Ainda há muito chão pela frente até o projeto tornar-se uma vacina de verdade. Até lá, aprecie a vida com moderação.

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI110207-17785,00-ATAQUE+BRASILEIRO+A+AIDS.html

 

Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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