RESUMO DAS DISCUSSÕES /PAUTAS/DEMANDAS e seus ENCAMINHAMENTOS

DAS DISCUSSÕES /PAUTAS/DEMANDAS e seus ENCAMINHAMENTOS

1. ASSISTENCIA –

Entendendo toda a dimensão no que tange este item e trazendo para o debate a sua relação com questões como Desabastecimento/Fracionamento dos ARV, a não materialização de um compromisso politico por parte da Diretoria do Departamento em DST, AIDS e Hepatites Virais, as demandas inúmeras apresentadas para a garantia do acesso as cirurgias reparadoras bem como dos recursos investidos em treinamento de profissionais e a ausência destes nos serviços e aliados há um debate mais interno ao movimento que trata da existência do GT Lipodistrofia e as dificuldades de retroalimentação junto aos nossos pares

ENCAMINHAMENTO

Realizar levantamento da Rede de Atenção credenciada para estes procedimentos em todos os estados, bem como dos conjunto de profissionais que foram treinados com recursos públicos e que atualmente se encontram fora do serviço ou atendem apenas em serviços particulares…A partir deste levantamento fazer usos dos espaços de controle social para que medidas sejam tomadas, inclusive com representação junto ao MPF se assim for entendido.

2. LIPODISTROFIA –

Realizada manifestação de vários colegas acerca do GT Lipodistrofia la no Departamento Nacional em DST, AIDS e Hepatites Virais –

ENCAMINHAMENTOS – Ampliar as informações no que tange a necessidade de esclarecimentos sobre este efeito colateral e as suas varias modalidade de prevenção, solicitar ao Departamento Nacional em DST, AIDS e Hepatites Virais a necessidade de recomendações atuais quando em uso medicamentos que potencializam este efeito colateral, encaminhar para GT especifico criado na CAMS – Comissão de Articulação com os Movimentos Sociais,

3. CRIMINALIZAÇÃO –

Há um conjunto de questões que se relacionam com o tema bem como as consequências desta linha de raciocínio em muitas vezes ate embasados no próprio código civil, mas que estimularam ações que envolviam pessoas com TB bem como PVHA conforme exposto pelos colegas, A grande questão é que pouco de avanços mesmo tendo sido realizado um conjunto de Seminários, Debates e Fóruns sejam estes de iniciativa Governamental ou Não Governamental.

ENCAMINHAMENTO – Recuperar o conjunto de atividades ocorridas acerca da Criminalização e sistematizas seus desdobramentos bem como identificar ate onde foi efetivada, outra ação será o desenvolvimento de estratégias no sentido de possibilitar que a mídia ao fazer matérias sobre o tema, as mesmas não venham a estimular mais ainda a criminalização, e por fim novas e continuadas empreitadas junto as Defensorias, Ministério Publico, Judiciário não só para reversão deste quadro mas tambem para sensibilização e disponibilização de instrumentos aos que desconhecem a complexidade.

4. MEDICAMENTOS E SUSTENTABILIDADE –

Dentre as discussões na reunião da ANAIDS, retomamos ao que tange a capacidade e a sustentabilidade ao que se refere aos medicamentos ARV ENCAMINHAMENTOS – Propositar novamente nas listas e em espaços de dialogo com o governo este assunto, solicitar ao GTPI – Grupo de Trabalho Sobre Propriedade Intelectual da ABIA – associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS as informações a respeito de seus estudos acerca do assunto de maneira que possam apresentar seu posicionamento, que o Movimento de AIDS envide esforços no sentido de realizar um Monitoramento destes em seus respectivos estados, realizar assim que possível um Seminário, que o GTPI tambem manifeste a sua posição cerca das PPP – Parcerias Publico Privadas, 5. CO INFECÇÕES TB e HEPATITES – O debate sobre as Co-infecções HIV/TB e HIV/HV veem a tona, por ser este um assunto de grande interesse de todos nós e por apresentar números importantes e deter certa complexidade em seu diagnostico bem como tratamento –

ENCAMINHAMENTOS – Disponibilizar total apoio a proposição deste assunto em nossos encontros e ratificar a necessidade de desenvolvimento de ações conjuntas do Movimento de Lita Contra AIDS com os Foruns de Tuberculose bem como com o Movimento das Hepatites

6. ENONG –

Realizada discussão acerca de duvidas sobre os encaminhamentos para o ENONG a ser realizado em Belém/PA –

ENCAMINHAMENTOS – 40 vagas por região, havendo sobra de vagas nos estados as mesmas devem ser negociadas em sua respectiva região igualitariamente e sendo assim, deve-se comunicar a Comissão Organizadora do acordo feito, encaminhar ate o final do mês de Julho sugestões para Mesas e seus respectivos componentes, sugestão de debate Qual é o papel da ANAIDS?,

7. RELAÇÃO PUBLICO X PRIVADO –

Os presentes abordaram um tema complexo mas necessário para o Movimento Nacional de Luta Contra AIDS, trata-se da Defesa ou não do SU – Sistema Único de Saude, das relações estabelecidas com as ONG e Movimentos na Luta Contra AIDS sejam estes na modalidade de Convênios, Projetos, Parcerias ou Prestação de Serviços, relações estas que nos levam há situações contraditórias tais como em alguns espaços somos Usuários e em outros Prestadores de Serviços –

ENCAMINHAMENTOS – sem juízo de valor iniciar a construção de um documento que possivelmente seja objeto de analise dos ERONS mas em espacial no ENONG, este documento devera trazer elementos que nos façam refletir sobre este tema e como ele atinge direta e/ou indiretamente o Movimento Nacional de Luta Contra AIDS, assim ficaram incumbidos Jose Marcos, Carlos Duarte e Marcia Leão na construção da estrutura, e na sequencia apresentar e solicitar a opinião de outros colegas que detenham expertise sobre o assunto, o documento final então será disponibilizado em tempo para o ENONG.

José Marcos de Oliveira

 

Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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