Participantes do Fórum de Parceiros do Fundo Global querem que entidade monitore como os países estão gastando o dinheiro que recebem

Participantes do Fórum de Parceiros do Fundo Global querem que entidade monitore como os países estão gastando o dinheiro que recebem

     
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30/06/2011 – 19h45

No encerramento do 4º Fórum de Parceiros do Fundo Global, nesta quinta-feira, uma das estratégias mais demandadas pelos participantes foi o monitoramento da aplicação de recursos do Fundo por parte dos países. Ativistas, representantes de governos e parlamentares querem garantir que o dinheiro repassado pela entidade internacional seja totalmente utilizado para combater a aids, tuberculose e malária. 

Outra demanda apresentada por diferentes grupos foi o reforço do enfrentamento dessas doenças nos públicos mais vulneráveis, como transexuais, e do combate à violação dos direitos humanos. As propostas da plenária final foram apresentadas com base em discussões realizadas pelos participantes ao longo de dois dias.

“O que passou pela plenária integrará a agenda do Fundo Global”, explicou o organizador do evento no Brasil, Paulo Teixeira.

Segundo Paulo, o encontro foi extremamente produtivo e organizado. “Além de reforçar estratégias importantes, tivemos discussões que precisam ser aprofundadas, como a possibilidade de ampliar a atuação do Fundo para além da aids, tuberculose e malária.”

Participantes elogiaram o evento

Os participantes entrevistados pela Agência de Notícias da Aids elogiaram o Fórum de Parceiros.

Ann Claxton, da ONG World Children, de Washington (EUA), ressaltou a importância do diálogo com o Fundo Global. “As discussões foram muito aprofundadas”, declarou.

Saimone Muhambi, parlamentar em Moçambique, na África, disse que o encontro trouxe novos elementos tanto para ativistas quanto para o governo combaterem a aids, a malária e a tuberculose. “Houve sugestões, por exemplo, na maneira de gerenciar fundos.”

Segundo Ricardo Lugne, do Ministério de Proteção Social da Colômbia, “foram apresentadas diferentes ferramentas para fortalecer os direitos humanos”.

Jeremias La Vega, da Rede de Jovens Vivendo com HIV da Argentina, disse que “o evento foi importante para os países prestarem contas e avançarem nas ações”.

Shantih Von Hoog, do governo holandês, afirmou que o Fórum foi organizado e deu voz aos participantes.

“Tenho esperança de que haja melhoras na luta contra a aids. Fizemos nosso papel”, disse Kleber Mendes, da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids.

“As ONGs sairão fortalecidas do encontro”, afirmou o ativista da instituição Somos Gay, do Paraguai.

Fábio Serrato

Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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