MDS retoma oficinas de capacitação sobre controle social

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) retomou, esta semana, o Projeto de Capacitação para Controle Social nos Municípios – Assistência Social e Programa Bolsa Família. Os polos de Goiânia e Belo Horizonte, capitais de Goiás e Minas Gerais, respectivamente, foram os primeiros a reunir as turmas para as oficinas, com reinício nesta quarta-feira (29). A partir de julho, será a vez de Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Paraíba e Sergipe receberem os cursos.

Iniciado em 2010, o projeto se volta aos conselheiros e secretários executivos dos Conselhos Municipais de Assistência Social e das Instâncias de Controle Social do Programa Bolsa Família. A meta é qualificar 21 mil pessoas de todos os municípios brasileiros.

Para a realização do projeto, os estados foram divididos em seis grupos ou lotes. As instituições contratadas por licitação para ministrar os cursos foram Prover Saúde e Meio Ambiente, Universidade Estadual de Montes Claros, Solar Consultoria e Inbrape.

Ao longo de 2010, as capacitações tiveram desempenho diferenciado de acordo com a região. Na soma geral, o número de alunos capacitados já chegou a 9,7 mil.

Para o secretário Paulo Jannuzzi, a importância dessa capacitação decorre da necessidade de fornecer instrumentos para o controle social das políticas públicas no Brasil. “Neste momento, em que estamos lançando o Plano Brasil Sem Miséria, isso se reveste de especial importância”, avalia. “A capacitação é uma forma de garantir a participação dos agentes públicos e sociais e a busca de soluções adequadas aos diferentes contextos de implementação do plano no País, considerando a complexidade e as diferenças regionais”, diz.

As datas das novas turmas e os períodos de inscrição ainda serão informados ao público-alvo pelo Portal do MDS – www.mds.gov.br.

Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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