Petrópolis – URGENTE – Sem médicos, HAC para a urgência e encaminha pacientes a outros hospitais Dom, 08 de Maio de 2011 12:00

Sem médicos, HAC para a urgência e encaminha pacientes a outros hospitais

Dom, 08 de Maio de 2011 12:00
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Ontem, apenas seguranças e funcionários da limpeza trabalhavam na urgência e emergência: secretaria diz que atendimento volta ao normal hoje. / Roque Navarro

Os setores de emergência e urgência do Hospital Alcides Carneiro estão sem médicos neste fim de semana. A informação já era de conhecimento público na noite de sexta-feira, quando a reportagem da Tribuna de Petrópolis apurou que a ala masculina da emergência havia ficado mais de seis horas sem atendimento. Na manhã de ontem, seguranças do hospital já avisavam a quem chegava ao local que não havia médicos. A direção do hospital e a Secretaria de Saúde confirmaram o fato.
Grávida de quatro meses, Amanda Júlia, que estava acompanhada do esposo, Deivid Cristiano, foi uma das pessoas que se dirigiu ao HAC neste sábado. Ela havia sofrido um sangramento e estava preocupada com a evolução de sua gravidez. No entanto, a segurança permitiu que ela fosse até a emergência e tentasse o atendimento. Por sorte, algum médico foi deslocado de função e pode atendê-la. Foi a única.
Ana Lúcia Teixeira Pinto, diretora técnica do HAC, comentou a situação. “É muito comum hoje, em todo o país, que exista uma carências em certas áreas, como a pediatria, maternidade e emergência. O médico também não quer estar em uma posição de vulnerabilidade, já que outros profissionais não estariam trabalhando. Tenho uma médica com uma doença grave e em licença. Sem contar também as férias. Pela dificuldade na reposição, ficamos desse jeito hoje”, disse a doutora Ana.
Ana Lúcia disse, ainda, que como responsável não pode deixar o setor aberto com um só profissional. O Alcides Carneiro atendia cerca de sete mil pessoas por mês, antes da instalação das UPAs na cidade. Com as unidades inauguradas no fim do ano passado, os atendimentos emergenciais passaram a ficar em torno de 5,5 mil. A grande quantidade de pessoas que procuram o local expõe muito os médicos. “Isso é o problema do país inteiro”, disse a diretora.
A Secretaria de Saúde informou que a emergência do Hospital Alcides Carneiro está sem médicos, pois alguns deles não puderam realizar o plantão deste fim de semana e não foi possível fazer a substituição dos mesmos. Contudo, o setor está aberto para encaminhar os pacientes para os demais locais de atendimento do município. Uma ambulância está disponível para o transporte dos mesmos.
Quem necessitar de atendimento de emergência pode se dirigir ao Hospital Municipal Dr. Nelson Sá Earp, às UPAs do Centro e Cascatinha e ao Pronto Socorro do Alto da Serra. A secretaria acrescentou ainda que, neste domingo, o atendimento de plantão voltará à normalidade.

LEONNI PISSURNO
Redação Tribuna

Autor:

O Grupo Assistencial SOS VIDA nasceu legalmente em 28 de março de 1998 com o proposito de oferecer apoio e assistência a portadores do vírus HIV/AIDS. Após um ano, Padre Quinha pediu ao fundador que começasse a trabalhar também com Dependência Química. Passados dezesseis anos os atendimentos vão além destas duas patologias, a busca por diversos motivos fez com que a instituição abrisse o leque de atuação – Ir de Encontro com a Necessidade de Quem Nos Procura – que, em sua grande maioria, são pessoas de baixa renda. Os assistidos contam ainda, além dos atendimentos na sede da instituição, com o amparo de profissionais de saúde que atendem gratuitamente em seus consultórios e clínicas.

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